segunda-feira, 15 de novembro de 2010

HIGHWAY TO HELL


No dia 27 de julho o álbum “Highway to Hell”, do AC/DC, completou 30 anos de lançamento. Com a reformulação passada pelo Território da Música começamos hoje uma série de homenagens a alguns dos discos mais importantes da história da música. Para começar vamos pegar essa ‘estrada para o inferno’...

A importância do álbum “Highway to Hell” se dá principalmente por ter sido o fim de uma etapa na carreira do AC/DC. E um fim trágico. Este álbum foi o último com o vocalista Bon Scott, morto em fevereiro de 1980. Mas antes de carregar este estigma, o disco já se tornara famoso pelas músicas que ajudaram a consolidar o nome do grupo no cenário internacional.

“Highway to Hell” foi gravado entre fevereiro e abril de 1979 em estúdios em Miami, nos Estados Unidos, e em Londres, na Inglaterra. Inicialmente a produção seria feita por Eddie Kramer, já conhecido no mundo da música por seus trabalhos como engenheiro de som ou produtor de bandas como Led Zeppelin, Jimi Hendrix e Kiss.

Mas a produção final de “Highway to Hell” foi assinada por Robert ‘Mutt’ Lange que na época já tinha produzido Savoy Brown e The Boomtown Rats, e mais tarde iria trabalhar com artistas como Def Leppard, The Corrs, Bryan Adams e Nickelback, entre outros.

Este foi o quinto lançamento internacional da banda e a faixa-título se tornou um dos maiores clássicos da carreira do AC/DC. O álbum traz 10 faixas, todas compostas pelos irmãos Malcolm e Angus Young em parceria com o vocalista Bon Scott. “Highway to Hell” alcançou a 17º posição entre os mais vendidos nos Estados Unidos em 1979.

Anos após o lançamento do disco, em 1985, “Highway to Hell” esteve envolvido em uma polêmica. O assassino em série norte-americano Richard Ramirez, conhecido como Night Stalker, cometeu diversos crimes entre os anos de 84 e 85. O criminoso se dizia fã de AC/DC e teria criado seu apelido baseado na música “Night Prowler”, a última faixa de “Highway to Hell”.

O fato de Ramirez se declarar fã do AC/DC e de usar camisetas e outros assessórios do grupo levou a conservadora sociedade norte-americana a culpar a banda como incentivadora de atos criminosos. O mesmo ocorreu com Ozzy Osbourne e Judas Priest, praticamente na mesma época.

O Território da Música pediu para alguns músicos influenciados pelo AC/DC comentarem sobre este álbum ou contarem alguma história envolvendo o disco. Veja o que integrantes das bandas King Bird, Baranga e Martiataka disseram a respeito:

Fábio César, baixista do King Bird (www.myspace.com/kingbirdband):
Comigo aconteceu uma história muito pitoresca em relação ao álbum “Highway to Hell” do AC/DC... Estava eu garimpando algum LP para adquirir na saudosa loja Woodstock Discos, ali no Anhangabaú, no centro de São Paulo, quando entra na loja um desses evangélicos com uns folhetos na mão.

Ele veio em minha direção e disse que eu ainda tinha salvação se ouvisse o que ele tinha para me falar. Ele me entregou o tal folheto e disse para ler atentamente, mas quando bati o olho no papel lá estava a tradução da música “Highway to Hell” e ali dizia que a música era do capeta e que todos os membros da banda tinham pacto com o dito cujo...

Eu olhei para ele e disse “cara muito obrigado... eu estava querendo a tradução dessa música e não tinha! Muito obrigado, você realmente me salvou!” (risos). Obviamente na mesma hora o cara saiu sem dar satisfação nenhuma, pois a loja inteira caiu em gargalhadas.

Brincadeiras à parte, eu considero este álbum uma das maiores obras primas do Rock 'n' Roll e com certeza AC/DC é uma das maiores influências do King Bird.

Ricardo ‘Soneca’ Schevano, baixista do Baranga (www.myspace.com/baranga):
Lembro quando comprei o “Highway to Hell” do AC/DC. Tinha 16 anos e fui para a Galeria do Rock, à tarde, depois do colégio. No rolê, achei ele na versão ‘Best Sellers’, que era uma série mais barata, e logo que cheguei em casa botei pra rodar.

“Highway to Hell” não foi o primeiro disco que ouvi do AC/DC, nem o primeiro que ouvi com Bon Scott, o vocalista original. Mas ficava claro, logo na primeira audição, que ali a banda estava no auge. A produção impecável, os ‘riffs’, os timbres, as letras, e os fantásticos refrões, com ‘backing vocals’ mais “cheios” que nos discos antecessores, deixando a certeza, para mim, que este é o melhor disco do AC/DC.

A faixa título nasceu para ser um hino, põe de ponta-cabeça qualquer pista, em balada de Rock, até hoje. E instituiu definitivamente o “Hell” como o paraíso sonhado por todos os roqueiros.

Uma pena que este tenha sido o último registro com Bon Scott. Um dos mais carismáticos ‘frontman’ que o Rock já teve. É difícil fazer certas suposições, mas acredito que se estivesse vivo seria uma figura cult como Lemmy Kilmister, Keith Richards ou Ozzy Osbourne.

Mas como o mundo gira, no ano seguinte o AC/DC lançou “Back In Black”, que pagou todos os tributos que Bon Scott merecia. Mas isso é outra história e o “Back In Black” só faz 30 anos em 2010”.

Deca, guitarrista do Baranga:
“Highway to Hell”? Espetacular! O último com Bon Scott (ele dizia que o AC/DC eram os quatro caras da banda, e ele era o raio no meio). Foi o ‘play’ que abriu a banda pro estrelato total.

Não foi o primeiro ‘play’ que comprei do AC/DC, mas eu era moleque quando comprei e foi inspiração para um trabalho de desenho na escola - era para desenhar a capa qualquer e escolhi colocar o logo da banda e o título, mas o desenho era de uma estrada, com faixa separando as pistas, ‘guard-rail’ na lateral e com um fogo no fundo. O curioso é que mesmo bem antes de ter visto o vídeo, é a imagem bem parecida com um filminho de introdução do filme “Let There Be Rock”...

Tem mais! Se você comparar as fotos da contracapa do “Powerage” - que é de dois anos antes que o “Highway to Hell” - vai ver que é da mesma sessão de fotos. É só ver os detalhes do Angus e do Malcolm. Isso é normal, tem foto da sessão do segundo CD da Baranga, “Whiskey do Diabo”, que ainda usamos até hoje... Até nisso temos influência do AC/DC (risos)!

Del Guiducci, vocalista do Martiataka (www.myspace.com/martiataka):
Eu tomei contato com a obra do AC/DC no início dos anos 90 e o primeiro álbum no qual botei minhas mãos foi o “Who Made Who”, que é de 1986. Foi ótimo ter sido este disco, porque é uma espécie de coletânea. A partir daí, desandei a procurar mais material sobre a banda - naquele tempo não era só apelar para o Soulseek ou Emule ou Torrent.

Não é meu disco preferido do AC/DC - embora goste mais do Bon Scott como vocalista, o “Back in Black”, como álbum, é insuperável -, mas talvez seja o melhor com o antigo vocalista. E tem uma série de coisas que fazem do “Highway to Hell” um disco emblemático, não só para mim, mas para a história do rock.

Primeiro o fato de ter sido o último com Bon Scott. Depois pela capa espetacular, uma das melhores do rock em todos os tempos. E, claro, por algumas grandes canções como a faixa-título e “Girls Got Rhythm”.

Eu Sou Ozzy


A história de vida de uma pessoa famosa e bem sucedida financeiramente é algo que interessa a muitas pessoas. Mas quando esse famoso é um dos mais importantes nomes da história do Rock, esse interesse é multiplicado pela admiração - às vezes quase doentia - que os fãs têm.

John Michael Osbourne, o inglês nascido em uma pobre cidade industrial, se tornou um dos mais adorados artistas do mundo da música: Ozzy Osbourne. Em “Eu Sou Ozzy” (Editora Benvirá) o vocalista conta momentos marcantes de sua história pessoal e profissional em uma viagem com altos e baixos que se refletem também nas páginas do livro.

“Eu Sou Ozzy” é dividido em duas partes. Na primeira parte Ozzy conta sobre sua infância difícil. Família numerosa, falta de dinheiro, nenhuma diversão. Sua dislexia e déficit de atenção impediram que o jovem Ozzy fosse destaque na escola. Pelo menos destaque positivo. O histórico familiar de problemas psiquiátricos dá uma dica sobre o que o futuro reservava ao garoto Osbourne.

Desde criança Ozzy encontrou um modo de superar suas limitações: fazer palhaçada. Se não fosse um cantor famoso, provavelmente Ozzy se daria bem como comediante. E em todo o livro há passagens engraçadas, mesmo quando o assunto é sério e preocupante. Sempre há um comentário que tira o peso da situação e faz o leitor esboçar um sorriso.

Um dos momentos marcantes do livro é quando Ozzy conta sobre sua experiência em uma prisão, antes dos 18 anos, onde passou alguns meses e conviveu com todo tipo de criminoso perigoso. As descrições sobre seu emprego em um matadouro também são impagáveis.

Mas são os acontecimentos seguintes que realmente chamam a atenção do leitor que estiver interessado no “vocalista Ozzy Osbourne”. Seu encontro com Geezer Butler, Bill Ward e Tony Iommi.

Ozzy descreve seus primeiros contatos com os companheiros de Black Sabbath, os primeiros passos do quarteto como uma banda, o fim prematuro que quase aconteceu com a saída temporária de Tony Iommi para tocar no Jethro Tull. As páginas dedicadas ao Sabbath são - sem dúvida - as mais interessantes do livro.

São momentos de efervescência criativa, de deslumbramento com o sucesso que se abria aos quatro integrantes. Ozzy também ajuda a desenhar um pouco da personalidade de cada um dos membros da banda. Mas é bom sempre ter em mente que essa é apenas uma visão possível de todo o quadro.

O peso negativo das drogas e do álcool é marcante na carreira do Sabbath, principalmente depois do álbum “Vol. 4”, o que levou lentamente ao fim do grupo.

A segunda parte do livro começa com Ozzy no fundo do poço, sem banda, com problemas com a esposa Thelma e cada vez mais afundado no álcool. É aí que Sharon Arden começa a ganhar importância na vida do vocalista. É interessante saber os detalhes do início da carreira solo de Ozzy, época em que ele parece ter renascido. Em partes.

Um dos momentos emocionantes é quando Ozzy conta as circunstâncias que causaram a morte do guitarrista Randy Rhoads em um acidente aéreo. É perceptível que Ozzy carrega um sentimento de culpa pelo ocorrido, principalmente porque Rhoads já tinha mostrado interesse em parar de excursionar e se dedicar ao estudo da música.

Mas passado esse episódio triste, esta segunda parte do livro traz pouco de realmente interessante. É uma alternância de bebedeiras, cocaína, maconha, remédios de todos os tipos, bebedeiras, sexo, bebedeiras e muitas brigas com Sharon Osbourne, a empresária que se tornou sua esposa.

Em diversos momentos Ozzy afirma sobre a importância de Sharon em sua vida, tanto pessoal quanto profissional. O ruim é que pouco se fala do aspecto musical e artístico de Ozzy Osbourne nessa parte do livro. E as infindáveis declarações de amor cansam um pouco.

Mas, é claro, também há música. Ozzy comenta sobre a reunião do Sabbath em 1985, no Live Aid. Ainda que não seja explícito, dá para perceber como o cantor quis passar um recado aos ex-companheiros. Algo como “hoje eu sou um astro, e vocês?”.

O suicídio do fã John McCollum, a confusão com testes de HIV, os processos de Bob Daisley e Lee Kerslake. Ozzy fala de tudo, mas nem sempre com profundidade. Três episódios marcantes das loucuras do cantor são descritas em detalhes: a decapitação de uma pomba com os dentes em uma reunião da CBS; a mordida no morcego e a mijada no Álamo, no Texas. É engraçado, de tão bizarro.

O resultado de 40 anos tomando todo tipo de droga possível - menos heroína, que Ozzy nunca gostou - se reflete na saúde debilitada, nas tremedeiras, na gagueira.

“Eu Sou Ozzy” é bem interessante por repassar oficialmente a história desse importante personagem. Mas sempre é bom lembrar que trata-se de uma autobiografia, ainda que escrita com a ajuda do jornalista Chris Ayres. E autobiografias geralmente correm o risco de trazerem uma imagem embelezada do biografado ou deixarem de fora algumas verdades duras e cruéis.

Apesar das excessivas declarações de amor a Sharon, “Eu Sou Ozzy” é um bom documento para quem quer entender mais sobre o astro da TV, o vocalista louco e o ser humano Ozzy
Osbourne.

Paul McCartney: Show? Não. Experiência de vida

De acordo com a diretoria do São Paulo, o estádio do Morumbi já conta com duas datas agendadas para receber os shows de Paul McCartney no Brasil. Mas enquanto o contrato não estiver assinado e o artista não divulgar a informação, eu não acredito - afinal, o São Paulo é aquele clube que não consegue confirmar nem o próprio técnico...

Se eu fosse você, porém, ia a uma mesquita na sexta, a uma sinagoga no sábado e à igreja no domingo. Reze para todos os deuses, independente do nome, para que a notícia seja confirmada de fato. Porque assistir a um show de Paul McCartney é mais do que apenas um espetáculo de entretenimento; é algo transcendental, como a religião.

Eu já posso me considerar um ser humano completo: já plantei minha árvore (valeu por isso, tia Carmelita da terceira série!), já escrevi um livro (aguarem o começo de 2011) e troquei a idéia de ter um filho para assistir a um show do Paul McCartney. Aconteceu em Londres, no Hyde Park, em 27 de junho de 2010. Vi o deus da música cercado de deuses menores na mesma data - Elvis Costelo, Crosby, Stills & Nash e Crowed House também tocaram no último dia do festival Hard Rock Calling.

Já assisti a mais de cinqüenta shows - contando os festivais e bandas de abertura de renome, o número de artistas deve passar de cem. Muita gente boa entra nessa lista, desde dinossauros, como Jerry Lee Lewis e Chuck Berry, passando por pesos pesados, como Slayer, Metallica e Megadeth, indo a nomes mais contemporâneos, como Linkin Park e The Killers. Isso sem contar com aquelas bandas que você (e nem eu) nunca mais vai poder assistir (e não por falta de vontade), como o Faith no More e o Thin Lizzy.

Mas nenhum desses nomes tem um repertório tão completo quanto o do ex-Beatle. Por quê? Leia de novo: um ex-Beatle. Ouvir canções como “A Day In The Life”, “Let It Be”, “Helter Skelter”, “Blackbird”, “Two of Us” ao vivo, na voz de quem fez tudo isso ganhar vida é algo paradoxalmente indescritível com palavras. Tudo bem distribuído em meio a músicas da carreira-solo, Wings, Fireman e uma surpresinha aqui e ali - para não entregar e cortar o barato do sorriso amarelo, digo apenas uma palavra: Tequila!

Isso tudo sem contar as experiências visuais que a apresentação vai te proporcionar, como ter John Lennon e George Harrison dando as caras no palco, mesmo que por fotos, em momentos-tributo, como “Here Today” e “Give Peace a Chance” (em memória ao primeiro) e “Something”; ou nos fogos de “Live and Let Die”, quando o mundo se revela um lugar sombrio, mas ao mesmo tempo, cheio de luz - literalmente.

Paul já é um tiozinho em seus 68 anos. A juventude vem de seu legado, sempre atual, e também de sua banda - a melhor das décadas da carreira-solo - que, a bem verdade, não é tão jovem assim. Quase todos são cinqüentões, com exceção do baterista Abe Laboriel Jr, que, com seus 39 anos, sabe que seu instrumento merece ser tratado com violência e suavidade - e consegue um equilibro magistral entre elementos tão antagônicos.

A experiência de um show de Paul McCartney pode se resumir a “Hey, Jude”. No momento do coro, não existem mais problemas no mundo, não existem inimigos. É o momento máximo de comunhão. O seu deus olha por você, e sabe que aquele momento é sagrado e dá a permissão para esquecer de tudo - mas não de todos, pois está rodeado de iguais que passam pelo menos transe que você, cantando as mesmas palavras.

“Não carregue o peso do mundo em seus ombros”, ele canta, para, depois de mais de duas horas e quarenta minutos, finalizar: “No fim, o amor que você recebe é igual ao que você distribui”. Eis as palavras da salvação - em uma cerimônia onde a música é a mensagem e Sir Paul McCartney o (meu) pastor.

Amém.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Richie Kotzen volta ao Brasil em 2011

A agenda de shows para o próximo ano já começa a ganhar forma com o anúncio de diversas atrações que se apresentarão no Brasil. E mais um nome engrossa a lista: Richie Kotzen. O guitarrista norte-americano volta ao país em março de 2011 para uma série de apresentações.

O anúncio da nova turnê em território nacional foi feito pela produtora Free Pass Entretenimento, que trará o músico ao país e está agendando as apresentações. Detalhes sobre as cidades e datas dos shows serão divulgados em breve.

Kotzen, que já fez parte do Poison e Mr. Big, tem uma extensa carreira como artista solo e prepara um show diferente daquele apresentado no Brasil em abril deste ano, quando esteve pela última vez no país.

Metallica confirmado para a nova edição do Rock in Rio




A banda norte-americana Metallica é a primeira atração internacional confirmada para se apresentar na próxima edição do festival Rock in Rio. O anúncio da participação do grupo no evento foi divulgada nesta terça-feira, 09, no site oficial do festival. A banda foi a mais votada em uma pesquisa feito pelo Ibope para saber qual artista o público brasileiro gostaria de ver na nova edição do Rock in Rio.

James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujilo voltam ao Brasil na continuação da turnê de divulgação do álbum “Death Magnetic”, excursão que trouxe o grupo ao país em janeiro deste ano.

O Rock in Rio será realizado entre os dias 23 de setembro e 02 de outubro de 2011. O Metallica toca no terceiro dia do festival, noite que será dedicada às vertentes mais pesadas do Rock. Os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 19, através do site oficial: www.rockinrio.com.br.


Outras duas bandas de Metal já foram confirmadas para o festival, o Angra e o Sepultura.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Queen troca de gravadora e relança álbuns em 2011

Após 37 anos de contrato com a EMI, a banda inglesa Queen assinou um novo contrato trocando de gravadora. Agora o catálogo do grupo pertence a Universal Music que relançará todos os 15 discos de estúdio da formação original a partir de março de 2011.

A primeria leva de relançamentos trará de volta às lojas os cinco primeiros discos do grupo: “Queen” (1973), “Queen II” (1974
), “Sheer Heart Attack” (1974), “A Night At The Opera” (1975) e “A Day At The Races” (1976). Os relançamentos comemoram os 40 anos de formação da banda.

“Estamos muito animados, depois de todo esse tempo, em embarcar em uma nova fase em nossa carreira - com uma nova gravadora - com novas idéias e novos sonhos”, comentou o guitarrista Brian May.

Lucian Grainge, alto executivo da Universal, também comentou sobre a parceria com a banda. “O Queen reescreveu o livro de regras do rock há 40 anos e você pode contar, pelo menos, três gerações de artistas sob sua influência. Então, agora, estamos sob sua influência na Universal Music e ansiosos por escrevermos juntos novos capítulos no livro”.

Exposições, documentários e um filme sobre a banda são outros lançamentos que devem comemorar as quatro décadas de formação do grupo.





sexta-feira, 5 de novembro de 2010

ORIGEM DO NOME DE BANDAS!

Abba - Formado pelas letras iniciais dos nomes dos quatro integrantes do grupo. Agneta Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Anderson e Anni-Frid Lyngstad. A palavra em si zer papai em hebraico.

AC/DC - Todo mundo atribui o nome da banda ao termo “Alternating Current/Direct Current” (ou, traduzindo para o português, Corrente Alternada/Corrente Contínua). Tal nome teria sido achado na placa existente atrás de uma máquina de costura de Margaret Young, irmã de Angus e Malcolm, que dão suporte à teoria. Algumas figuras religiosas, no entanto, postulam que o significado da sigla advém de “Anti Christ/Devil’s Children” ou Anti-Cristo/Filhos do Demônio, querendo taxar o grupo musical de ser ligado ao satanismo, uma vez que repudiavam o rock pesado e a atitude do grupo, que não estava de acordo com o conservadorismo religioso defendido por estes. A banda nega veementemente essa origem para o nome.

Aerosmith - Teoricamente o nome não significa nada. De acordo com a sua biografia “Walk this Way”, o baterista Joey Kramer teria sugerido o nome na escola, quando andavam à procura de um nome para a banda – ele gostava de palavras que começavam por «Aero», e decidiram que «Aerosmith» era a melhor combinação

Air Supply - Graham Russell sonhou que viu um letreiro luminoso de um teatro com esse nome cerca de cinco anos antes de a banda assinar seu primeiro contrato.

Alice In Chains - A idéia inicial da banda era de tocarem covers de Slayer usando vestidos. Nem precisa dizer que a idéia não vingou.

Beastie Boys - Beastie quer dizer animalesco. Porém o nome dessa banda é na verdade um acrônimo para “Boys Entering Anarchistic States Toward Internal Excellence” (Rapazes Entrando em um Estado Anárquico Visando a Excelência Interna).

Black Sabbath - O grupo escolheu o nome inicialmente de “Polca Tulk Blues”, mais tarde encurtado para “Polca Tulk”, e começou a construir um repertório, principalmente blues. Após um curto período, o nome da banda foi mudado porque eles não faziam apenas apresentações de blue. A banda passou a se chamar Earth e resolveu assumir o nome de uma música composta por Geezer Butler, inspirada em um suspense do novelista Denis Wheatley. Para quem não sabe, Black Sabbath (ou Sabbath Negro) refere-se a uma reunião de bruxas e feiticeiras.



Cranberries - O nome original era Cranberry Saw Us, mutação de Cranberry Sauce (molho da fruta cranberry). Quando Dolores O’Riordan se juntou ao grupo ela sugeriu encurtar para The Cranberries.

Duran Duran - Vilão do filme “Barbarella” estrelado por Jane Fonda.

Eurythmics - Sistema de instruções musicais criadas em 1890 que dá ênfase a respostas físicas.



Faith No More - Fé Nunca Mais. O nome anterior era Sharp Young Men, que depois mudou para Faith No Man quando seu crooner era Mike “The Man” Morris. Quando Morris saiu em 1982, evoluíram para Faith No More.

Foo Fighters - Gíria originada durante a Segunda Guerra Mundial significando UFO’s (OVNI’s). A palavra Foo é uma corruptela do francês “feu” significando “fogo” ou “fou”, significando “insano”. Dizem que tudo começou quando um grupo de pilotos da aeronáutica tentaram atirar em possíveis UFO’s.

Green Day - Trata-se de uma referência a maconha. Um dia verde é um dia em que você deixa de fazer suas obrigações para ficar fumando. Também cotado como inspiração, uma placa no filme “Soilent Verde” escrito “Green Day”. A banda se chamava Sweet Children.

Jamiroquai - Duas versões. Jay Kay se interessa pelos indios Iroquai e quer uma banda que possa tocar “jam” (improvisando). Termo australiano para uma banda com um hit só.

Metallica - Lars Ulrich ajudava um amigo bolar o nome de um metal fanzine. Uma das sugestões foi Metallica que não foi aproveitado para a revista. Lars então pegou para ele.

Pearl Jam - Uma das prováveis origens do nome Pearl Jam tem a ver com uma geleia (jam em inglês) feita pela avó de Eddie Veder (chamada Pearl) cuja composição incluía peyote. Outras versões informam que Pearl Jam seria gíria, significando esporra. Eles quase se chamaram de “Mookie Blaylock” em homenagem a um jogador de basquete.

Queen - Segundo Freddie Mercury: “Eu sempre tive a idéia fixa de chamar a banda de Queen. Este era um nome muito forte, muito universal e imediato, tinha uma visão de potência e estava aberta a vários tipos de interpretação. Eu estava ciente da possível conotação gay ao nome, mas essa era apenas uma das várias ‘caras’ para o nome.”

Smashing Pumpkins - Billy Corgan, vocalista, guitarrista e líder já deu várias explicações. O nome poderia ter vindo de uma piada sobre Halloween, que usa a abóbora (pumpkin) como símbolo. Em outra explicação, ele diz que Gene Simmons do Kiss apareceu em um sonho seu e disse “Joe Strummer is a pumpkin, drunken and smashed!”(Joe Stummer é uma abóbora bêbado e chapado). Mas o que ele mais afirma é que o termo smashing é usado no sentido de “arrasador”, não como um verbo conjugado. O certo é que sua cidade natal é produtora de abóboras e há quem diga que o nome (Esmagando Abóboras) é uma vingança a um comentário de uma ex-namorada que teria lhe dito que ele não realizaria nada na vida e jamais conseguiria sair da cidade.

Stone Roses - O grupo começou com o nome de “Patrol”, mudando logo depois para “English Rose”, em homenagem à música da banda “Jam”. Em 1985, a banda combinou os nomes de seus ídolos, “English Rose” e “Rolling Stones”.

Who - Eles se chamavam The High Numbers e chegaram a lançar um compacto assim embora insatisfeitos com o nome. A lenda conta que o pessoal estava bombardeando nomes possíveis até que alguém que já estava ficando surdo para as idéias, retrucou “Os Quem?”

E também os brazucas.

Kid Abelha - Em 1980, a banda que não tinha nome, precisava urgentemente de um para entregar uma fita. Foi então que Luis Mello, um programador, gostou de pronto do primeiro nome da lista: “Kid Abelha e os Abóboras Selvagens”

Barão Vermelho – o guitarrista Frejat e companhia encontraram inspiração no personagem Barão Vermelho, que Snoopy interpreta em seus desenhos. De chapéu, óculos e cachecol, o cãozinho pilotava sua casinha como se fora o avião do lendário herói de guerra.

Titãs – o nome original do grupo, “ Titãs do Iê-iê-iê , que no início queria adaptar suas canções ao estilo da Jovem Guarda, foi retirado da enciclopédia “ Titãs da Música “ . Foi sugerido pelo vocalista Ciro Pessoa, que deixou a banda em 1984.


Raimundos – Originalmente, o nome e o som da banda são inspirados na cultura nordestina e têm um toque de punk rock. Além de haver muitos “ Raimundos “ no Nordeste, os integrantes eram fãs dos Ramones. Por isso, optaram por algo parecido.

Legião Urbana – a inspiração da banda formada por Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bomfá veio de uma frase do Imperador Júlio César: “ A Legião Urbana vence todas as coisas “

Capital Inicial – os integrantes vieram de dois grupos de Brasília, a “ Blitz 64 e o Aborto Elétrico, do qual fez parte Renato Russo. O nome surgiu da situação do conjunto na época da formação: ninguém tinha dinheiro para tocar, ou seja, faltava o “ capital inicial “ .

Ira ! - Inspirado no Exército Republicano Irlandês. O nome foi usado pela primeira vez em 1981 em um show da PUC de São Paulo.. Em março de 1985, ao gravar seu primeiro LP: “ Mudança de Comportamento “ , a banda já adotava a exclamação.

Charlie Brow Jr. - Em 1992, quando os integrantes da banda já animavam por aí, o vocalista Chorão arrebentou seu carro num quiosque de praia. Nele, estava escrito Charlie Brown. Depois foi só colocar o Jr., pois eles se consideravam discípulos de bandas como Planet Hemp e Suicidal Tendencies. Ou seja, eram o “ júnior ” .

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Show do Bon Jovi no Brasil!





Foi na quarta-feira, 6 de outubro , no estádio do Morumbi em São Paulo, que os fãs do roqueiroJon Bon Jovi, puderam matar a saudade, pois já fazia 15 anos que o cantor não se apresentava no Brasil. O show mesclou sucessos dos anos 80 e 90 e dos últimos dois CDs. Bon Jovi afirmou "Só depende do público.

•Enquanto a plateia estiver animada, nós continuamos tocando", e assim foi, o show durou cerca de 3 horas. A música escolhida para a abertura às 21h15 foi'Blood on blood', de 1988, e já na sequência o clássico 'You give love a bad name', o que pôde ser notado é que a parte inicial do show foi semelhante à apresentação da banda em Buenos Aires no domingo (3), essa que criou uma certa rivalidade com a Argentina não pelo futebol, mas pela música, após realizar uma maratona de 3 horas, Bon Jovi, foi questionado se no Brasil seria semelhante, e assim a banda cumpriu sua promessa em São Paulo. Ao todo foram apresentadas 28 músicas, o momento de emoção ficou por conta da canção 'We aren't born to follow', pois no momento em que era cantada, foi exibido no telão, imagens de pessoas que segundo eles fizeram a diferença, e para o orgulho da nação brasileira a foto de Pelé estava entre elas.




A decepção da noite foi para a banda Fresno, ou nem tanto, pois a escalação de abertura revoltou fãs do Bon Jovi, eles protestaram com um abaixo assinado exigindo a retirada do grupo. E para a tristeza dos garotos, no momento em que subiram ao palco, por volta das 19h, a reação que já era esperada, aconteceu, foram muitas vaias. Mas, para a surpresa de todos, até mesmo da banda, a apresentação começou a agradar, a ponto do vocalista Lucas Silveiracomemorar em seu twitter "Triunfamos", e mais "Começou de um jeito, terminamos ovacionados".


ESTAS, FORAM ALGUMAS DAS MÚSICAS QUE TOCARAM NO SHOW:


"Blood On Blood"
"We Weren't Born To Follow"
"You Give Love a Bad Name"
"Born To Be My Baby"
"Lost Highway" "Superman Tonight"
"In These Arms"
"Captain Crash & The Beauty Queen From Mars"
"When We Were Beautiful"
"Runaway"
"We Got It Going On"
"It's My Life"
"Bad Medicine" (com "Pretty Woman", de Roy Orbison, e "Shout", de Isley Brothers)
"Lay Your Hands On Me"
"Always" "Blaze Of Glory"
"I'll Be There For You"
"Raise Your Hands"
"Have A Nice Day"
"I'll Sleep When I'm Dead"
"Work For The Working Man"
"Who Says You Can't Go Home"
"Keep The Faith"



MORUMBI ADAPTADO PARA O SHOW EM SÃO PAULO:








sábado, 21 de agosto de 2010

Rock in Rio 2011

•Depois de quatro edições em Portugal e duas na Espanha, o Rock in Rio finalmente voltará a ser no Brasil. Segundo o site da revista Veja, a prefeitura do Rio de Janeiro e o empresário Roberto Medina já acertaram a data: setembro de 2011.

•Os shows devem acontecer no bairro de Jacarepaguá, zona oeste da capital fluminense, em um parque permanente, que será usado para outros eventos futuros. A ideia é evitar o que aconteceu com a Cidade do Rock, que sediou o Rock in Rio anteriormente e se encontra abandonada. festival vai ser realizado em um parque, o Parque Olímpico Cidade do Rock, que será construído na Zona Oeste da cidade e terá capacidade para receber até 150 mil pessoas.A última versão do festival no Rio de Janeiro aconteceu em 2001.


O site do festival já está no ar, www.rockinrio.com.br. Nele consta que o Rock in Rio 2011 acontecerá entre os dias 23 e 30 de setembro; e 1 e 2 de outubro.

•A intenção de Medina é realizar o Rock in Rio de dois em dois anos na Cidade Maravilhosa.



domingo, 28 de março de 2010

Deep Purple






•Deep Purple é uma Banda de rock Inglesa formada em Hertford, Hertfordshire, em 1968.Juntamente com o Led Zeppelin E o Black Sabbath é Considerada uma das pioneiras do heavy metal E do hard rock Moderno, embora alguns de seus membros tenham tentado não se categorizar como Apenas um destes gêneros. A banda também incorporou elementos de Música clássica, blues-rock, pop e rock progressivo. Foram Listados pelo Livro Guinness dos Recordes como um banda mais alta do mundo, e venderam mais de 100 milhões de álbuns ao redor do mundo.

•Um além banda passou por diversas mudanças de formação, de um hiato de oito anos (1976-84). As formações do período 1968-76 foram comumente Chamadas de Mark I, II, III e IV. Sua segunda formação, uma mais bem-sucedida comercialmente, contou com Ian Gillan (vocal), Ritchie Blackmore (Guitarra), Jon Lord (Teclado), Roger Glover (Baixo) E Ian Paice (Bateria). Esta formação esteve em atividade de 1969 a 1973, E foi reunida de 1984 a 1989 E, brevemente, em 1993, Antes que as rixas entre Blackmore e os outros membros da banda intransponíveis se tornassem. A formação atual inclui o guitarrista Steve Morse; Com o afastamento de Deus, em 2002, conta apenas com Paice como membro original.•A marca da banda sempre foi uma mistura de Guitarra e Teclado, COM riffs Simples e fortes e solos vigorosos. Sua canção mais conhecida é Smoke on the Water, Gravada em 1972.

U2



•U2 é uma banda de rock alternativo formada em Dublin, Irlanda no ano de 1976. O grupo é composto por Bono (vocalista e guitarrista), The Edge (guitarrista, pianista e backing vocal); Adam Clayton (baixista); Larry Mullen Jr. (baterista e percussionista).


•Os U2, com mais de trinta anos de estrada, são uma das mais populares bandas de rock do mundo desde a década de 80. Os seus concertos são únicos e um verdadeiro festival de efeitos especiais, além de ser uma das bandas que mais arrecadam anualmente. As vendas já atingem em torno de 145 milhões de discos no mundo inteiro e já ganharam vinte e dois prêmios Grammy (mais do que qualquer outra banda).


•Além da empreitada musical, eles são também conhecidos pela sua participação ativa em causas políticas e humanitárias, em especial o líder da banda, Bono. Ele tem participado ativamente em várias campanhas e apelado a líderes do mundo inteiro a fim de obter apoio na sua luta contra a fome, sobretudo nos países mais pobres. Essa "obsessão" de Bono levou a incomodar os membros do grupo e quase levou o U2 ao fim em tempos passados. Porém, isso foi revertido e ele conta com o apoio deles na sua causa.

Van Halen



•A família Van Halen era uma família constituída de músicos. O pai de Edward e Alex tocava clarinete e os filhos aprenderam a tocar piano clássico desde suas infâncias. Mais tarde, resolveram trocar o piano por uma guitarra e uma bateria. O mais curioso é que Eddie tocava bateria e Alex guitarra. Porém com o tempo, Alex se interessou pela bateria e tão logo já estava tocando melhor que o irmão, que decidiu investir na guitarra. Isso tudo se deu no final dos anos 1960 e início dos 70. Os irmãos faziam covers em algumas bandas, quando Eddie que também fazia os vocais nas bandas em que tocava na época, conheceu David Lee Roth em 1972, que havia se mudado para a Califórnia e até então fazia parte da banda The Red Ball Jets. David foi convidado para ser o vocalista e logo começaram a tocar juntos.


•Foi numa noite, enquanto dividiam um show com uma banda chamada Snake, que conheceram Michael Anthony (vocalista e baixista da banda em questão). Michael foi convidado a tocar com eles e mais tarde pediram que se juntasse à banda, que já se chamava Mammoth. Neste período, descobriram que havia outra banda nos E.U.A. com esse mesmo nome, o que os obrigou a mudar rapidamente. Alguns nomes foram sugeridos, mas acabaram optando pelo sobrenome dos irmãos: Van Halen. Sendo assim, a banda Van Halen ficou constituída por David Lee Roth (vocal), Edward Lodewijk Van Halen (guitarra e teclado), Alex Arthur Van Halen (bateria) e Michael Anthony (baixo). A banda começou tocando somente covers e, em pouco tempo, tornou-se muito conhecida em todos os bares de Los Angeles.

Guns n' Roses






•Guns N' Roses é uma banda de hard rock norte-americana formada em Los Angeles, Califórnia em 1985. A banda, liderada pelo vocalista e co-fundador Axl Rose, passou por várias mudanças de formação e controvérsias desde a sua criação
De tanto gerar controvérsias, a banda chegou a ser apelidada de "A Mais Perigosa do Planeta". Exageros e marketing descarado à parte, o Guns N’ Roses foi uma das bandas mais influentes do final dos anos 80 e início dos anos 90. A banda revitalizou um cenário de hard rock desgastado e sem originalidade mantido por bandas em que o visual contava mais do que qualidade musical.

Formações:

Guns N’ Roses 1985
Axl Rose - vocal
Izzy Stradlin - guitarra
Tracii Guns - guitarra
Ole Beich - baixo
Rob Gardner - bateria

Guns N’ Roses 1985 - 1990
Axl Rose - vocal
Izzy Stradlin - guitarra
Duff McKagan - baixo
Slash - guitarra
Steven Adler - bateria

Guns N’ Roses 1990 - 1991
Axl Rose - vocal
Izzy Stradlin - guitarra
Duff Mckagan - baixo
Slash - guitarra
Matt Sorum - bateria
Dizzy Reed - teclados

Guns N’ Roses 1991 - 1993
Axl Rose - vocal
Duff McKagan - baixo
Slash - guitarra
Gilby Clarke - guitarra
Matt Sorum - bateria
Dizzy Reed - teclados

Guns N’ Roses 2001
Axl Rose - vocal
Tommy Stinson - baixo
Robin Finck - guitarra
Paul Tobias - guitarra
Buckethead - guitarra
Brian Mantia - bateria
Dizzy Reed - teclados
Chris Pitman - teclados e efeitos

Guns N’ Roses 2002
Axl Rose - vocal
Tommy Stinson - baixo
Robin Finck - guitarra
Richard Fortus - guitarra
Buckethead - guitarra
Brian Mantia - bateria
Dizzy Reed - teclados
Chris Pitman - teclados e efeitos


Guns N’ Roses 2006 - 2007
Axl Rose - vocal
Tommy Stinson - baixo
Robin Finck - guitarra
Richard Fortus - guitarra
Ron "Bumblefoot" Thal - guitarra
Brian Mantia - bateria
Frank Ferrer - bateria
Dizzy Reed - teclados
Chris Pitman - teclados e efeitos

Guns N’ Roses 2009
Axl Rose - vocal
Tommy Stinson - baixo
Dj Ashba - guitarra
Richard Fortus - guitarra
Ron "Bumblefoot" Thal - guitarra
Frank Ferrer - bateria
Dizzy Reed - teclados
Chris Pitman - teclados e efeitos

AC/DC







•AC/DC é uma banda de rock formada em Sydney, Austrália em 1973 pelos irmãos Angus e Malcolm Young. A banda é normalmente classificada como hard rock e considerada uma das pioneiras do heavy metal, juntamente com bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath, Thin Lizzy, Judas Priest e Deep Purple. No entanto, os seus membros sempre classificaram a sua música como rock and roll.
•AC/DC passou por várias mudanças de alinhamento antes de lançarem o seu primeiro álbum, High Voltage, em 1975. A formação manteve-se estável até o baixista Cliff Williams substituir Mark Evans em 1977. Em 1979, a banda gravou o seu bem-sucedido álbum Highway to Hell. O vocalista e co-compositor Bon Scott faleceu a 19 de Fevereiro de 1980, após consumir na noite anterior uma grande quantidade de álcool. O grupo considerou por algum tempo a separação, mas rapidamente o ex-vocalista dos Geordie, Brian Johnson, foi selecionado para o lugar de Scott. Mais tarde nesse ano, a banda lançou o seu álbum mais vendido, Back in Black.
•O AC/DC já vendeu cerca de 200 milhões de cópias em todo o mundo, incluindo 71 milhões somente nos Estados Unidos. Back in Black já vendeu cerca de 43 milhões de cópias a nível mundial, do quais 22 nos Estados Unidos, fazendo dele o 2º álbum mais vendido de todos os tempos e o 5º mais vendido nos Estados Unidos. AC/DC ficou em quarto na lista da VH1 dos "100 Maiores Artistas de Hard Rock" e foram considerados pela MTV a 7ª "Maior Banda de Heavy Metal de Todos os Tempos" e em 2004, a banda ficou em 72º na lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos" feita pela revista Rolling Stone.

Led Zeppelin



•Led Zeppelin foi uma banda britânica de rock, formada em setembro de 1968, por Jimmy Page (guitarra), John Bonham (bateria e percussão), John Paul Jones (baixo e teclado) e Robert Plant (vocalista e gaita).
•O grupo foi um dos mais populares na década de 1970 e da história do rock. Célebre pela sua inovação e por ser um dos criadores do heavy metal, a banda também incorporou elementos de gêneros como rockabilly, reggae, soul, funk, jazz, entre outros.
•Seus álbuns venderam mais de 300 milhões cópias em todo o mundo, (incluindo 109 milhões de vendas nos Estados Unidos). Foram também os únicos a colocar todos seus álbuns no Top 10 da parada norte-americana Billboard.


sábado, 27 de março de 2010

Rolling Stones




•Os Rolling Stones é uma banda de rock inglesa formada em 25 de Maio de 1962, e que está entre as bandas mais antigas ainda em atividade. Ao lado dos Beatles, foram considerados a banda mais importante da chamada Invasão Britânica ocorrida nos anos 1960, que adicionou diversos artistas ingleses nas paradas norte-americanas.

•Formado por Brian Jones, Keith Richards, Mick Jagger, Bill Wyman e Charlie Watts, o grupo calcava sua sonoridade no blues. Em mais de quarenta anos de carreira, hits como Wild Horses, (I Can't Get No) Satisfaction, Start Me Up, Sympathy For The Devil, Jumping Jack Flash, Miss YouAngie fizeram dos Stones uma das mais conhecidas bandas do rock mundial, levando-a a enfrentar todos os grandes clichês do gênero, desde recepções efusivas da crítica até problemas com drogas e conflito de egos, principalmente entre Jagger e Richards. Os Rolling Stones já venderam mais de 500 milhões de álbuns no mundo inteiro.

Elvis Presley: o rei do rock



•Elvis Aaron Presley (East Tupelo, Mississippi, 8 de janeiro de 1935 - Memphis, 16 de agosto de 1977) foi um famoso músico e ator, nascido nos Estados Unidos da América, sendo mundialmente denominado O Rei do Rock, também conhecido pela alcunha de Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século 20.


The Beatles




•The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960 e um dos atos mais comercialmente bem-sucedidos e aclamados da história da música popular.A partir de 1962, o grupo era formado por John Lennon (guitarra rítmica e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal). Enraizada do skiffle e do rock and roll da década de 1950, a banda veio mais tarde a assumir diversos gêneros que vão do folk rock ao rock psicodélico, muitas vezes incorporando elementos da música clássica e outros em formas inovadoras e criativas. Sua crescente popularidade, que a imprensa britânica chamava de "Beatlemania", fizeram com que eles crescessem em sofisticação. Os Beatles vieram a ser percebidos como a encarnação de ideais progressistas e sua influência se estendeu até as revoluções sociais e culturais da década de 1960.

Origem da expressão : " rock and roll "






•Em 1951, em Cleveland, Ohio, o DJ Alan Freed começou a tocar rhythm and blues para uma audiência multi-racial. Freed é creditado como o primeiro a utilizar a expressão 'rock and roll' para descrever a música. No entanto, o termo já tinha sido introduzido ao público dos EUA, especialmente na letras de muitas gravações rhythm and blues. Três diferentes canções com o título 'Rock and Roll' foram gravadas no final dos anos 1940: uma em 1947 por Paul Bascomb, outra por Wild Bill Moore, em 1948, e ainda outra em 1949 por Doles Dickens, e a expressão estava em constante uso nas letras de canções R&B da época. Um outro registo onde a frase foi repetida durante toda a canção foi em Rock and Roll Blues, gravado em 1949 por Erline 'Rock and Roll' Harris.

•Até então, a frase rocking and rolling (balançar e rolar), conforme uma gíria laica negra para dançar ou fazer sexo, apareceu em gravações pela primeira vez em 1922, na canção My Man Rocks Me Com Um Steady Roll, de Trixie Smith. Mesmo antes, em 1916, o termo rocking and rolling foi usado com uma conotação religiosa, no registro fonográfico de The Camp Meeting Jubilee, gravado por um quarteto masculino desconhecido.

•A palavra rock teve uma longa história no idioma inglês como uma metáfora para to shake up, to disturb or to incite ("sacudir, perturbar ou incitar"). Em 1937, Chick Webb e Ella Fitzgeraldgravaram "Rock It for Me", que incluía na letra o verso So won't you satisfy my soul with the rock and roll. (Então, você não vai satisfazer a minha alma com o rock and roll.). Rocking era um termo usado por cantores negros gospel no Sul dos Estados Unidos para dizer algo semelhante ao êxtase espiritual. Pela década de 1940, no entanto, o termo foi usado como um duplo sentido, referindo-se pretensamente a dançar, mas também com o significado de implícito de sexo, como em "Good Rocking Tonight", de Roy Brown.

•O verbo roll era uma metáfora medieval que significava ter relações sexuais. Durante centenas de anos, escritores têm utilizado expressões como They had a roll in the hay ou I rolled her in the clover. Os termos eram muitas vezes utilizados em conjunto (rocking and rolling) para descrever o movimento de um navio no mar, por exemplo, como na canção Rock and Roll, das Irmãs Boswell, em 1934, que apareceu no filme Transatlantic Merry-Go-Round' (literalmente, Transatlântico Carrossel), naquele mesmo ano, e na canção "Rockin 'Rollin' Mama", de Buddy Jones, em 1939. O cantor country Tommy Scott se referia ao movimento de um trem na ferrovia em Rockin e Rollin, de 1951.

•Uma versão alternativa alegação é a de que as origens de rocking and rolling pode ainda remontar aos trabalhadores que trabalhavam nas ferrovias Reconstruction South. Esses homens cantariam canções na batida do martelo para manter o ritmo do seu instrumento de trabalho. Ao final de cada linha em uma canção, os homens balançariam seus martelos para baixo para furar um buraco na rocha. Os shakers - homens que ocupavam as pontas de aço perfuradas pelo martelo humano - balançariam o prego para frente e para trás para limpar a pedra ou rolar, girando o prego para melhorar a 'mordida' da broca.

Rock no Brasil




•O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras
românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.




Fases do rock

•A rock na década de 1950 : primeiros passos

É a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake, Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis Presley. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956, Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias. Nesta década, outros roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.



•O rock nos anos 60: rebeldia e transgressão

Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempo : The Beatles. Os quatro jovens de Liverpool estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta década.
A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.
No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.



•O rock nos anos 70 : disco music, pop rock e punk rock

Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry e David Bowie.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.



•Anos 80 : um pouco de tudo no rock

A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.



•Anos 90 : década de fusões e experimentações

Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.
Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.
O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.